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Dados do Trabalho


Título

Aneurisma e dissecção crônicos de aorta ascendente (ADCAA): relato de caso

Fundamentação/Introdução

Introdução: Os aneurismas torácicos maiores de 6 cm apresentam elevado risco de morte, além de poderem produzir regurgitação aórtica secundária, sopro diastólico e até mesmo compressão da traqueia ou brônquio principal (tosse, dispneia) quando relacionados a aneurismas crônicos de aorta ascendente se grandes. A dissecção aórtica de tipo A de Stanford progride rapidamente, podendo ser fatal se não houver reparo cirúrgico, assim o diagnóstico por meio de exames complementares precocemente é de extrema importância.

Objetivos

Objetivo: Relatar um caso clínico sobre cardiopatia atípica e rara devido à sua cronicidade, paciente com aneurisma e dissecção de aorta ascendente com evolução de 6 anos. Além disso, o pequeno número de casos semelhantes relatados na literatura limita a melhor compreensão sobre ADCAA e este relato pode contribuir como exemplo para outros pesquisadores.

Delineamento/Métodos

Como trata-se de Relato de Caso, a Descrição está substituindo Metodologia e Resultados.

Resultados

Descrição do caso: Mulher de 63 anos, ex-tabagista, com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e história de dor torácica importante há seis anos sem diagnóstico foi a uma consulta para realizar pré-operatório para artroscopia de joelho. Na avaliação apresentava-se ativa, assintomática, negou precordialgia, dispneia e síncope. Ao exame detectou-se sopro diastólico em foco aórtico. Realizou Ecocardiografia transtorácica e posterior angiografia por TC de tórax que evidenciou aneurisma de aorta ascendente (6,6x6,5cm de diâmetro e 8,6cm de extensão) com lâmina de dissecção e falsa luz parcialmente trombosada. Dessa forma, foi encaminhada ao hospital de referência mais próximo onde permaneceu dez dias em observação, sob cuidados médicos e realizando novos exames, dentre eles doppler de carótida e artérias vertebrais a qual não apresentou estenose. No 11º dia de internação realizou correção cirúrgica do aneurisma de aorta ascendente. Não houve complicações durante nem após a cirurgia. Recebe alta hospitalar e permanece em acompanhamento periódico.

Conclusões/Considerações finais

Conclusão: O pequeno número de casos limita a melhor compreensão sobre ADCAA. O reparo cirúrgico aberto continua a ser a primeira linha de tratamento quando há complicações ou sintomas presentes.

Palavras Chaves

Palavras chaves: Aneurisma; Dissecção crônica; Aorta ascendente; Cardiopatia crônica;

Área

Clínica Médica

Instituições

Autores

Rízia Kérem Gonçalves Martiniano, Júlia Assis Pires, Illa Flores Fagundes, Leonardo Cristiano Frigini, Sandro Adauto Martins


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