Página Inicial » Inscrições Científicas » Trabalhos

Dados do Trabalho


Título

ANÁLISE DA INCIDÊNCIA E MORTALIDADE POR SÍFILIS CONGÊNITA COMPARADOS ENTRE REGIÕES BRASILEIRAS NOS ÚLTIMOS 4 ANOS

Fundamentação/Introdução

A Sífilis consiste em uma doença sexualmente transmissível, causada pelo agente Treponema pallidum, afetando principalmente a pele e o sistema nervoso central, tem como tratamento consolidado o uso de penicilinas, porém o comportamento sexual de risco e a associação ao vírus HIV, tornou-a de difícil controle no Brasil. A transmissão vertical da sífilis, que pode ocorrer em qualquer uma de suas fases e em qualquer momento da gestação, consiste na sífilis congenita, doença de notificação compulsória no Brasil, com sintomas como: lesões cutâneas, visceromegalias e baixo peso ao nascer.

Objetivos

Avaliar de maneira quantitativa a ocorrência da Sífilis congênita no Brasil, comparando as diferentes regiões e seus avanços durante os anos.

Delineamento/Métodos

Estudo quantitativo retrospectivo realizado a partir do DATASUS, entre os anos de 2009 e 2013.

Resultados

De 2009 ao ano de 2013 foram notificados 38.112 casos de sífilis congênita no Brasil, sendo 45,62% do sexo masculino. As regiões com maiores incidências cumulativas foram a Sudeste (15.907), Nordeste (12.903) e Sul (3.932). A região Norte (3.488) e Centro-Oeste (1.882) apresentaram as menores incidências. Houve um acréscimo de 103,74% do número de casos de sífilis congênita quando comparados os anos de 2009 com 2012. Contudo houve uma queda brusca no número de casos notificados no ano de 2013, levando a uma redução de 11.326 casos em 2012 para 4.877 em 2013. Os estados com maior quantidade de casos notificados foram respectivamente Rio de Janeiro (7.195), São Paulo (6.439) e Ceará (3.422), a soma da quantidade de casos desses três estados corresponde a 45,75% de todos os casos notificados no Brasil.

Conclusões/Considerações finais

As regiões brasileiras Sudeste e Nordeste apresentam uma elevada incidência de casos de sífilis congênita, resultado de ineficazes políticas públicas de combate e prevenção às doenças sexualmente transmissíveis, somado à desinformação por parte das gestantes portadoras da doença. Isso se tornou evidente com o elevado número de casos de sífilis em crianças.

Palavras Chaves

Sífilis congênita; Doença sexualmente transmissível; Estudos transversais.

Área

Clínica Médica

Instituições

Autores

Lívia Liberata Barbosa BANDEIRA, Camylla Santos SOUZA, João Victor Fernandes PAIVA, José Ricardo Baracho SANTOS JÚNIOR, João David SOUZA NETO


Fechar

Promoção

SBCM

Realização

SBCM MG
ABRAMURGEM

Patrocínio Ouro

UNIFENAS

Patrocínio Prata

Unimed - BH

Patrocínio Bronze

CUREM
SENIOR VILLAGE

Apoio

IPSEMG
TAKEDA

Agência de Turismo

Belvitur

Organização

Attitude Promo

Agência Web

Sistema de Gerenciamento desenvolvido por Inteligência Web

14º Congresso Brasileiro de Clínica Médica e 4º Congresso Internacional de Medicina de Urgência de Emergência

MINASCENTRO - Belo Horizonte/MG | 04 a 06 de Outubro de 2017